Pesquisa com 511 líderes de B2B revela lacuna entre estratégia de GTM e execução
Todo mundo diz que estratégia de Go-to-Market importa. Poucos conseguem executá-la. Uma pesquisa recente com 511 líderes de B2B coloca números nessa distância.
Uma pesquisa com 511 profissionais de B2B nos Estados Unidos e no Reino Unido, publicada em abril de 2026, mostra que 83% das lideranças consideram a estratégia de Go-to-Market muito importante, mas apenas 38% dizem que a execução da própria empresa é muito eficaz — uma diferença de 45 pontos percentuais entre o que se acredita e o que se pratica. A pesquisa também mostra que 21% das empresas não têm uma estratégia formal de GTM ou não têm uma estrutura clara de responsabilidade sobre ela. Neste artigo, a nossa equipe explica o que essa lacuna revela e como começar a fechá-la.
Os números da pesquisa
O levantamento ouviu profissionais de Vendas, Marketing, Produto, Customer Success e PR. Os pontos centrais:
- 83% dizem que a estratégia de GTM é muito importante.
- Apenas 38% avaliam a execução da própria empresa como muito eficaz — um vão de 45 pontos.
- Só 37% têm entendimento claro do GTM como um framework integrado entre áreas, e não uma lista de táticas soltas por departamento.
- 21% das empresas não têm estratégia formal de GTM, ou não têm um dono claro para ela.
Por que a lacuna existe
O padrão que a pesquisa descreve é conhecido: cada área — marketing, vendas, produto — trata o Go-to-Market como uma iniciativa própria, com sua meta e seu painel isolado. A "estratégia" existe em slide, mas não em processo. Sem um dono claro e sem um critério único de priorização compartilhado entre áreas, cada time otimiza a sua parte e a operação como um todo perde previsibilidade — o mesmo sintoma que aparece quando não existe um ICP de evidência único orientando todo mundo.
Como fechar essa lacuna
Estratégia vira execução quando existe um encadeamento claro: dimensionamento de mercado, ICP compartilhado entre áreas, priorização por evidência e um loop de aprendizado que realimenta a próxima rodada. É o fluxo que descrevemos no guia completo de Go-to-Market com IA — a estratégia deixa de ser um documento e passa a ser a lógica que roda a operação toda semana.
Como isso se conecta ao método da Intexfy
A Intexfy existe para tratar esse vão como um problema de operação, não de intenção: dimensionamos o mercado, ajudamos a construir o ICP de evidência e priorizamos por score de fit, sinal e acesso — para que marketing, vendas e pré-vendas compartilhem o mesmo recorte de mercado e a mesma prioridade, em vez de negociar metas isoladas por área.
Perguntas frequentes
É a diferença entre quanto uma empresa valoriza ter uma estratégia de Go-to-Market (83%, segundo a pesquisa) e quantas conseguem executá-la de forma eficaz na prática (38%) — um vão de 45 pontos percentuais.
Geralmente porque a estratégia existe em documento, mas não em processo: cada área (marketing, vendas, produto) trata o GTM como iniciativa isolada, sem um ICP compartilhado nem um dono único responsável pela execução.
Garantir que marketing, vendas e produto usem o mesmo ICP de evidência e o mesmo critério de priorização — é o ponto onde a maioria das empresas descobre que está, na prática, operando com definições diferentes de "cliente ideal".
Quer aplicar isso na sua operação comercial?
Nossa equipe pode mostrar como definimos o seu perfil de cliente ideal com IA.
